FAMILY TALKS: LUTA ROSA, PENSA ROSA I CANCRO DA MAMA


Chegamos ao “Outubro Rosa” e o Alameda Shop & Spot recebe a exposição fotográfica “Family Talk: Luta Rosa, Pensa Rosa”, de 2 a 17 de outubro, que tem como cenário a doença oncológica do Cancro da Mama.

Sabias que em Portugal , registam-se 6 mil novos casos de Cancro da Mama todos os anos?

 A exposição foi desenvolvida pela fotógrafa Inês Costa Monteiro, em parceria com o canal de televisão AXN White, que também irá vestir-se de rosa durante o mês de Outubro. 

 

O que vais poder ver na “Family Talk: Luta Rosa, Pensa Rosa”?

A exposição procura sensibilizar a população para esta grave doença, destacando a importância do diagnóstico precoce e o acompanhamento médico regular.

Vais poder ver retratados participantes doentes e ex-doentes oncológicos reais, que ultrapassaram a doença ou ainda se encontram em fase de tratamento.

 

Onde está localizada a exposição?

Vais poder encontrar a exposição na Praça Central, no piso 1. 

 

Impactar a vida de quem mais gostamos

Vem ao Alameda Shop & Spot visitar a exposição “Family Talk: Luta Rosa, Pensa Rosa”. 

O Cancro da Mama tem um rosto, que não é tão diferente do nosso. 

 

Sinopses da Exposição

 

Luís Costa – 72

O Luís descobriu o cancro em outubro de 2018.  Após o diagnóstico fez quimioterapia. O tratamento foi eficaz e passou para a primeira mastectomia. Descobriu posteriormente que tinha uma mutação no gene BRCA2, o que o levou à segunda mastectomia, agora preventiva. De momento está livre de cancro e a ser vigiado de 6 em 6 meses. Uma das suas filhas, a Rita, acusou também a mutação no gene o que a levou a realizar, com apenas 28 anos, uma mastectomia bilateral preventiva em 2020.

 

Filipa Alves – 39

Tudo aconteceu em maio de 2020, em plena pandemia. Três semanas depois, Filipa conseguiu uma vaga para fazer mamografia e eco mamária. Recebeu o resultado e entregou à médica de família, que disse que estava tudo dentro da normalidade. A clínica onde fez os exames acabou por colocar uma nota para fazer uma ressonância magnética mamária. Adiou o processo, pois estava minimamente descansada pelo que a médica lhe tinha dito. Realizou o exame em outubro que acusou um resultado com “altas características malignas”. Foi operada e fez 2 ciclos de quimioterapia. Aguardou um mês e meio para a operação que correu muito bem. Encontra-se quase na fase terminal do processo, a meio das sessões de radioterapia.

 

Rita Inácio Reis – 43

Soube no dia 13 de Maio de 2011 que tinha cancro. Passado uma semana estava no bloco a fazer a primeira cirurgia, seguindo-se 8 ciclos de quimioterapia. Passada essa fase teve de ser sujeita a mais uma cirurgia na qual retirou o quadrante superior da mama. O tumor tinha desaparecido totalmente com a quimioterapia, realizando ainda mais 33 tratamentos de radioterapia, que terminaram a 13 de Janeiro 2012.  Passados 10 anos continua a fazer as suas rotinas médicas, agora anualmente.

 

Osvaldina Mota

Tudo começou em Cabo Verde, ilha do Sal, no ano 2017. Apesar de não saber por onde avançar, lá realizou uma ecografia na qual foi identificado um nódulo. Visto que os médicos consideraram que este estava a crescer de forma anormal, foi de imediato levada para a ilha de S. Vicente onde foi operada em dezembro. Uma semana após a cirurgia, a junta médica avançou com a evacuação para Portugal. Chegou no dia 5 de Fevereiro de 2018  e fez uma nova cirurgia no dia 15 de Junho do mesmo ano, seguida de 16 sessões de quimioterapia e 25 sessões de radioterapia. Em Portugal,  afastada da família, a solidão instalou-se mas encontrou apoio noutra “família”, a Associação Amigas do Peito, tendo aqui também já ajudado outras pessoas a superar o cancro.

 

Ana Videira – 56

Soube em setembro 2015, dois dias depois do seu aniversário, que tinha dois cancros na mesma mama. Foi logo dito que teria de realizar uma mastectomia radical à mama esquerda e esvaziamento axilar. Em outubro fez a cirurgia, tendo começado de seguida os tratamentos de quimioterapia. Passou a ser seguida na Unidade da Dor, pelas alterações que sofreu a nível físico e psicológico. No final de 2016 foi chamada para a reconstrução mamária mas, apesar de ter realizado a primeira fase da intervenção, a dor era insuportável e acabou por desistir de o fazer. Em 2018 retirou o expansor (colocado na primeira fase). Já iniciou o desmame da medicação ligada à dor mas ainda hoje é seguida na unidade dedicada a esta situação.

 

Joana Cruz – 41

Descobriu o tumor em Dezembro de 2020. Iniciou a quimioterapia em janeiro de 2021 durante 6 meses, num protocolo de 12+ 4 sessões.  Um tipo negativo agressivo que foi detetado a tempo e que respondeu lindamente ao tratamento químico, sem efeitos secundários. A mastectomia foi realizada em agosto e a recuperação, a par da fisioterapia quase imediata, devolveu qualidade de vida e um regresso à normalidade em pouco tempo!

 

 

Maria Ascensão Monteiro – 64

Em julho de 2018 reparou que a mama tinha uma deformação, procurou rapidamente um médico e, ao receber o resultado da mamografia, tudo indicava ser cancro. A confirmação veio com a biopsia que fez já em Portugal, após ser transferida diretamente de Cabo Verde: tratava-se de Carciroma Lobular Invasivo. Foi operada no inicio de 2019, seguindo-se os tratamentos de quimioterapia e radioterapia. Foi neste período que foi descoberta uma lesão óssea no úmero, cujos níveis tumorais têm aumentado no decorrer do último ano, culminando no diagnóstico de um cancro metastático sem cura. O cancro mudou radicalmente a vida da Maria Ascensão – deixou a sua casa e o seu marido em Cabo Verde e vive em Lisboa há 3 anos em casa da filha, que tem sido o grande suporte nesta luta tão difícil.

 

Bruna Almeida – 33

A Bruna descobriu que tinha cancro da mama em dezembro de 2019. Tinha 31 anos e na família não havia casos nem fatores de risco. Após o diagnóstico, seguiu-se a cirurgia e um tratamento agressivo, devido à precocidade da idade, que incluiu quimioterapia e radioterapia. Passou por tudo isto no Porto, durante o período de pandemia, o que fez com que não pudesse ter companhia. Saía de casa apenas para ir o hospital. Ao longo de todo o processo teve a mãe presente 24/7. Nenhum dia foi mais difícil do que aquele em que percebeu que tinha cancro e, em nenhum dia, nem mesmo nesse, achou que não o iria ultrapassar. Procurou sempre exemplos de quem viveu, de quem travou esta luta rosa para se motivar, para saber que iria recuperar a sua vida, para decidir como a queria viver.

 

Madalena Camara Pereira – 44

A Madalena descobriu que tinha cancro de mama em Novembro 2019 quando, por descargo de consciência, decidiu ir ver o que era um caroço que tinha há tempos e que teimava em não desaparecer. Não tinha antecedentes na família, nem nenhuma vivência de doença grave de perto. Foi a primeira – no trabalho, na (grande) família, no círculo de amigos. Revela que, apesar de todo o mal que o cancro trouxe, também lhe trouxe coisas boas: uma 2ª oportunidade de vida, ainda melhor do que a 1ª. Aprendeu a valorizar pequenas coisas e a desligar do que não interessa. Deu luta, chamou-lhe nomes e não desistiu. Entregou-se à equipa médica e a Deus. Foi sem medo. Fez quimioterapia, mastectomia, reconstrução com o grande dorsal, esvaziamento axilar, fisioterapia e radioterapia. Apesar das mudanças e de algumas queixas, sente-se bem e pronta para continuar a vida e tudo mais o que ela tem para lhe dar!

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